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A vida é o que se vê dela!

desabafo



Popular!

Grifo meu!

 

            Os tópicos levantados como mais importantes seriam a

 

Ø      Localização geográfica, a

Ø      Linguagem, a

Ø      Época e o 

Ø      Meio em questão

 

            Mas, quando se fala sobre popularidade é necessário definir um público específico. Por isso é que um artista é mais popular que outro em determinada época se analisar o mundo todo, mas é menos popular em determinado país ou região.

 

            Os motivos para a sua popularidade ou a falta dela estão justamente na emoção, no sentimento, na empatia. Se o artista canta em outra língua, a probabilidade de não agradar a uma pessoa que não fala este idioma é relativamente alta. Mas, deve-se levar em conta a ação dos agentes catalisadores, como a novela ou um artista famoso.

 

É popular quem agrada a maioria do público que em questão!

 



Escrito por rafael wielewski às 22h40
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O amor ideal!

 

 

            Gênios não existem mesmo. Nem cara metade. Nem pessoa ideal nem nada idealizado dessa forma. Não quero uma mulher perfeita do meu lado, você já pensou como seria chato ter uma pessoa perfeita junto com a gente? E os banhos de chuva e as outras tantas coisas "erradas" (?) simplesmente não existiriam.

 

            Não, não é isso que quero prá mim. Não quero isso prá ninguém. Não quero ninguém perfeito ao meu lado.

 

            A melhor pessoa do mundo é aquela que sente que precisamos dela antes mesmo que a gente precise dizer qualquer coisa. Aquela pessoa que não tem vergonha nem medo de nos abraçar e dizer no ouvido que nos ama e que estará sempre ali, embora todos saibamos que isso nem sempre é posível.

 

            O amor perdeu o sentido prá muita gente. Mas, nem tudo está perdido.

 

            Infelizmente, muita gente vai dizer que ele não existe e que todos os homens e mulheres só querem "aventuras". Você já ouviu isso? Bom, a vida é o que se vê dela. Se você realmente acredita que o amor não existe, é impossível que ele lhe atinja. Bom, talvez, seja bom mudar de opinião. Sei lá.

 



Escrito por rafael wielewski às 17h07
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Ser o que se é:

Talvez não seja necessário gritar para ser ouvido.

 

Talvez quem fala demais não tenha o que dizer.

 

Talvez quem se acha bom demais tenha medo de assumir quem é.

 

Talvez!



Escrito por rafael wielewski às 17h32
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Eu e ele (pobre de mim)

 

            O que mais me chama atenção no Gabriel García Márquez é a sua forma simples de ver o mundo. Encarar as coisas simples simplesmente como coisas simples. Por exemplo, se 10 mil pessoas deixam de ganhar aposentadoria ficamos tristes e falamos mal do governo e dizemos “mas é assim mesmo”.

             Agora, se o cara é um herói de guerra. Vive somente com a esposa em uma ilha afastada do resto do mundo e os dois já são bem velhos. Se ele tem um galo de estimação e há anos espera toda sexta-feira a lancha dos correios para saber se chegou alguma resposta do seu pedido de aposentadoria ficamos realmente frustrados e tristes por este personagem imaginário.

           O Gabriel Garcia Márquez tem disso, ele meche com os nossos conceitos de certo e errado fazendo-nos ter mais pena de um personagem fictício do que das pessoas reais. Ele faz com que odiemos um velho que se declara a uma viúva no dia da morte de seu esposo em O Amor nos Tempos do Cólera. E depois faz com que lhe amemos tanto e que ao nos colocarmos no lugar daquele velho faríamos o mesmo.

 O conteúdo dos seus testos extrapola o próprio texto, ele sempre diz muito mais do que há em cada linha. Ele brinca com os nossos sentimentos e mostra como somos preconceituosos e nos baseamos na nossa própria visão de mundo.

 

Mas, principalmente, eu admiro muito o seu texto pela simplicidade e pela dimensão. Ele não usa palavras complicadas, quando são usadas é de forma metafórica. E nem de longe ele tem um texto mais simples ou menos intelectualizado do que ninguém. Nas descrições as suas metáforas proporcionam realmente o gosto e a intensidade daquele momento. É como se sempre estivéssemos lá e fossemos parte daquela história.

 

Ele sempre ataca na raiz dos problemas. Ele busca o significado das coisas em vez de se limitar a superfície. Não sei se me pareço com ele nesses aspectos, mas com certeza, é nesses textos que me inspiro e inspiro seus ares adocicados de balas de iogurte.



Escrito por rafael wielewski às 10h33
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